Em um dos livros mais antigos e curiosos da humanidade, a Bíblia, encontramos em Jeremias 33, 6: “vou pensar-lhes as feridas e curá-las, e proporcionar-lhes abundância de felicidade e segurança”.
O sentido de pensar se assemelhava a “tratar, cuidar”, ou será que se quis dizer que com a força do pensamento iriam ser curadas as feridas? Se acolhermos também a interpretação de que, etimologicamente, pensar teve o significado de tratar, cuidar, a visão de pensamento se alarga ainda mais.
É certo que o pensamento é divino, é universal, é mágico. É o causador de toda a realidade em que vivemos. O “Penso, logo existo” de Descartes, teria um condão mais esclarecedor e preciso: Penso, logo materializo. O pensamento é criador, é uma força inexplicável que atrai tudo aquilo em que focamos; que traz à realidade tudo aquilo em que acreditamos. A importância de direcionarmos os pensamentos é gigantesca. Trata-se de uma força cósmica, transcendental, energética, fluídica, magnética... não faltarão adjetivos, porque a prática, o dia-a-dia, é a prova mais cabal da força poderosa do pensamento.
Não somente o ato de pensar, mas o ato de acreditar no que se está pensando. O ato de focar no pensamento, de vibrar nele, isto é mágico, isto é realizador, isto atrai exatamente o que se está pensando. A atenção é fundamental. Pensei algo negativo, mas vi o pensamento, ele não me interessa; deixo que passe, não me pertence, não é meu. De fato há o “pensamento coletivo”, uma vibração emanada da crença coletiva, e como algo fluídico, se não nos atentarmos, podemos pensar ser nosso algo que é de outrem.
Daí a importância de pensar positivamente. Daí a importância de não divulgar o negativo, de não compartilhar o negativo. Eis o papel tão importante da imprensa, papel continuamente desvirtuado ao se importar somente em noticiar e espalhar o pesado, o feio, a mentira...
O que espalhamos, o que divulgamos, é matéria prima formadora do pensamento coletivo. Uma força tão poderosa não deve ser utilizada para materializar o mal. É importante e indispensável que tomemos consciência do nosso papel de criadores da realidade que aí está. Que tomemos consciência do papel de criadores da nossa realidade. Nossa vida está como pensamos, como vibramos, como acreditamos.
O chato é a insistência em acreditar no menos, aceitar o menos, em limitar-nos nossa humanidade. Li de um escritor muito querido, Leo Buscaglia, quando ainda menina: “somos muito menos do que somos”. O céu, definitivamente, não é o limite.
O sentimento que me veio neste momento foi exatamente com relação a essa visão do pensamento como algo curativo, transformador na própria etimologia da palavra. Nossa alma tão ilimitada, tão infinita, se encontra nos limites de um corpo físico. Um templo, uma capa, um invólucro. Mas fomos presenteados com o dom de pensar. O pensamento nos traz a infinitude, o ilimitado, o transcendental. Liga-nos diretamente ao cosmos, ao exotérico, ao invisível. Seria uma forma da vida de proporcionar uma estadia no corpo matéria, concomitantemente com a vivência no corpo astral? Um presentão. Isto, de forma tão sutil e tão eficaz, através do dom de pensar. Pensem nisso.
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quarta-feira, 22 de julho de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
SOU EU QUEM VÊ
Olho, olho, olho... e o que vejo? Espelhos. Espelhos grandes, pequenos, limpos, sujos, nítidos, nublados... mas sempre há um reflexo neles. A imagem muda, o humor, o momento, o sorriso, o cabelo, o olhar... mas o reflexo está lá, real. Real?
Não tem muito sentido. Dá um prazer em me ver, gosto do que vejo, aprecio as expressões do meu rosto, as curvas e formas do meu corpo, o meu sorriso. Até o rosto avermelhado e inchado decorrente do choro sentido, quando olho, me trazem gargalhadas gostosas, junto à pergunta: para que isso?
Mas é esta a questão: para que isso? Não encontro o sentido de tudo isso. Isso o que? Estou completamente envolvida com o prazer de ser feliz. Escolho ser feliz. Num momento de dor, se vejo a cara do choro, olho para a menina chorona e penso alto: você é uma figura engraçada!
Não há dúvidas de que alguém me olha no espelho. Alguém me observa pensando. Esse mesmo alguém me acompanha caminhando, reclamando, comendo... e mesmo agora digitando. Essa é a minha salvação!
Quando a hora é animada, alegre, feliz, gosto tanto que esqueço até desse alguém. Mas quando bate o aperto no peito, quando a saudade vem forte, quando brota o choro no rosto, busco esse olhar para mim, confio que quem me olha vai resolver tudo, vai fazer cessar a dor.
O engraçado, o mais interessante, é que é tão fácil ter esse olhar me vendo... é o mesmo que me olha no espelho. Qual a dificuldade então?
As escolhas.
Se eu puder deixar esse olhar funcionar sem cortes na hora do riso, conferindo-lhe a mesma importância que tem na hora do choro, o riso perderá o sentido, mas eu não pararei de rir. É isso! Esse Eu que me vê no espelho achará tudo engraçado. Tal qual a gargalhada da hora do choro, surgirá a gargalhada da hora do riso. E este sorriso será muito mais gostoso do que o nascido do momento feliz, porque será meu, e não do momento, da situação, será Eu.
Não tenho dúvidas quanto a quem me olha no espelho. Sei que SOU EU. Ele vê a menina, vê a mulher, vê a linda e a sem jeito, a graciosa e a moleca, vê a segura de si e a atrapalhada, vê a mãe e a sedutora, a artista e a escritora, a espontânea e a questionadora... vê até quem ainda não consigo desvendar. O que assusta é quando não reconheço quem vejo. E o espelho fica vazio.
Mas agora eu sigo olhando. Sempre me fez bem e faz, fechar os olhos e sentir quem me vê, uma luz, uma fonte que faz o peito encher, encher, encher, até não caber mais em mim.
Não tem muito sentido. Dá um prazer em me ver, gosto do que vejo, aprecio as expressões do meu rosto, as curvas e formas do meu corpo, o meu sorriso. Até o rosto avermelhado e inchado decorrente do choro sentido, quando olho, me trazem gargalhadas gostosas, junto à pergunta: para que isso?
Mas é esta a questão: para que isso? Não encontro o sentido de tudo isso. Isso o que? Estou completamente envolvida com o prazer de ser feliz. Escolho ser feliz. Num momento de dor, se vejo a cara do choro, olho para a menina chorona e penso alto: você é uma figura engraçada!
Não há dúvidas de que alguém me olha no espelho. Alguém me observa pensando. Esse mesmo alguém me acompanha caminhando, reclamando, comendo... e mesmo agora digitando. Essa é a minha salvação!
Quando a hora é animada, alegre, feliz, gosto tanto que esqueço até desse alguém. Mas quando bate o aperto no peito, quando a saudade vem forte, quando brota o choro no rosto, busco esse olhar para mim, confio que quem me olha vai resolver tudo, vai fazer cessar a dor.
O engraçado, o mais interessante, é que é tão fácil ter esse olhar me vendo... é o mesmo que me olha no espelho. Qual a dificuldade então?
As escolhas.
Se eu puder deixar esse olhar funcionar sem cortes na hora do riso, conferindo-lhe a mesma importância que tem na hora do choro, o riso perderá o sentido, mas eu não pararei de rir. É isso! Esse Eu que me vê no espelho achará tudo engraçado. Tal qual a gargalhada da hora do choro, surgirá a gargalhada da hora do riso. E este sorriso será muito mais gostoso do que o nascido do momento feliz, porque será meu, e não do momento, da situação, será Eu.
Não tenho dúvidas quanto a quem me olha no espelho. Sei que SOU EU. Ele vê a menina, vê a mulher, vê a linda e a sem jeito, a graciosa e a moleca, vê a segura de si e a atrapalhada, vê a mãe e a sedutora, a artista e a escritora, a espontânea e a questionadora... vê até quem ainda não consigo desvendar. O que assusta é quando não reconheço quem vejo. E o espelho fica vazio.
Mas agora eu sigo olhando. Sempre me fez bem e faz, fechar os olhos e sentir quem me vê, uma luz, uma fonte que faz o peito encher, encher, encher, até não caber mais em mim.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Oi
Olá. Voltei. E agora parece que é para ficar.
Cheguei à conclusão que não dá pra fugir da gente. Não dá pra tentar se adequar a um contexto que não condiz com nosso ser. Tinha a informação, mas agora experimentei. É fato. Sou louca? Não sei. Se ser inadequada for loucura, eu sou. Se não pertencer a lugar algum for sinal de insanidade, eu sou.
Essa busca frenética por não buscar nada é doentia. Melhor parar e entrar. Não tem como sair mais. Não tem como fingir. Não tem como tentar assumir uma personagem "consciente" para integrar o contexto mundo. Não farei mais distinções. O mundo é espiritual. O espírito é mundano. É tudo uma coisa só. É tudo um universo do qual sou parte integrante e indissociável. Tentei. Entendo que o tempo todo quis me situar em algum lugar. Quis descobrir onde me enquadrar. Não posso, não consigo. Não mais. A única certeza de que dispunha agora não passa de passado. Tudo passa. Meu ser é a única coisa que fica. Eu sou a única que não pode se apartar de mim mesma. Eu sou a prova cabal de que somente o ser permanece. A capa muda. O envólucro sofre mudanças, sente mudanças, festeja mudanças. O ser se mostra certo do que quer, certo que é, e não está nem aí para os planos e vontades de uma personagem que acredita e insiste em se fazer real. A vida vem de lá e garante: não é. Danem-se os planos. Esqueça dos sonhos. Entre. Entre. Não precisa bater a porta. Mas entre. Mergulhe nessa zona sem chão, sem paredes, sem teto, sem lógicas... Entre no lugar tão claro, tão perto, tão em si mesmo, que é o último onde resolvemos penetrar. Dá medo, mas pessoa: feche os olhos. Através dessa aparente escuridão a luz se mostra. Já não sei mais como entrar. Talvez nunca tenha aprendido. Entrei porque entrei. Entrei porque o caminho de casa a gente diz que o carro já sabe, mas não que eu tivesse seguido um manual, olhado um roteiro, ou tivesse instalado um GPS...
Entrar. Preciso. É minha única saída.
Cheguei à conclusão que não dá pra fugir da gente. Não dá pra tentar se adequar a um contexto que não condiz com nosso ser. Tinha a informação, mas agora experimentei. É fato. Sou louca? Não sei. Se ser inadequada for loucura, eu sou. Se não pertencer a lugar algum for sinal de insanidade, eu sou.
Essa busca frenética por não buscar nada é doentia. Melhor parar e entrar. Não tem como sair mais. Não tem como fingir. Não tem como tentar assumir uma personagem "consciente" para integrar o contexto mundo. Não farei mais distinções. O mundo é espiritual. O espírito é mundano. É tudo uma coisa só. É tudo um universo do qual sou parte integrante e indissociável. Tentei. Entendo que o tempo todo quis me situar em algum lugar. Quis descobrir onde me enquadrar. Não posso, não consigo. Não mais. A única certeza de que dispunha agora não passa de passado. Tudo passa. Meu ser é a única coisa que fica. Eu sou a única que não pode se apartar de mim mesma. Eu sou a prova cabal de que somente o ser permanece. A capa muda. O envólucro sofre mudanças, sente mudanças, festeja mudanças. O ser se mostra certo do que quer, certo que é, e não está nem aí para os planos e vontades de uma personagem que acredita e insiste em se fazer real. A vida vem de lá e garante: não é. Danem-se os planos. Esqueça dos sonhos. Entre. Entre. Não precisa bater a porta. Mas entre. Mergulhe nessa zona sem chão, sem paredes, sem teto, sem lógicas... Entre no lugar tão claro, tão perto, tão em si mesmo, que é o último onde resolvemos penetrar. Dá medo, mas pessoa: feche os olhos. Através dessa aparente escuridão a luz se mostra. Já não sei mais como entrar. Talvez nunca tenha aprendido. Entrei porque entrei. Entrei porque o caminho de casa a gente diz que o carro já sabe, mas não que eu tivesse seguido um manual, olhado um roteiro, ou tivesse instalado um GPS...
Entrar. Preciso. É minha única saída.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
EU SOU FELIZ
Sou feliz porque respiro
acordo, durmo, faço, assisto ao filme da minha vida passar...
Sou feliz porque amo meu filho
alegre, arteiro, bonito, esperto e
vivo, um grande amigo, sempre a festejar.
Sou feliz porque namoro um amigo
parceiro, gentil, protetor, compreensivo,
meu homem a me amar.
Sou feliz porque posso ser uma filha
caçula, dengosa, amada, bem vinda,
e aos meus pais admirar.
Sou feliz porque tenho tudo de bom,
o melhor é o que a vida me dá,
e estou sempre aberta a desfrutar.
Sou feliz porque moro na praia
com vistas pra lua,
tenho o canto dos pássaros
e mergulho no mar.
Sou feliz porque aprecio o espelho
e a cada dia a imagem é a mais bela de olhar.
Sou feliz porque vivo e ainda que fuja
tem sempre uma luz a me penetrar.
Sou feliz porque posso sair, posso andar,
mas sempre há um lugar, um abraço pra onde voltar.
Sou feliz porque até a tristeza
só vem rapidinha,
apenas como lembrete para eu humanizar.
Sou feliz porque a magia existe
e quanto mais a ela me entrego
mais a verdade persiste
pra me fazer celebrar.
Sou feliz porque tenho sempre os amigos.
inteiros, mano a mano, comigo,
com quem posso sempre contar.
Sou feliz porque tenho a poesia,
as palavras, a alegria,
pra poder compartilhar.
Sou feliz porque a mulher em mim existe
muito inteira, e insiste
em minha vida chefiar.
Sou feliz porque eu sinto,
demonstro, transbordo, exprimo,
toda essa gratidão por minha vida,
gostosa, livre, limpa,
seguindo sempre esse rumo
do prazer que é amar.
acordo, durmo, faço, assisto ao filme da minha vida passar...
Sou feliz porque amo meu filho
alegre, arteiro, bonito, esperto e
vivo, um grande amigo, sempre a festejar.
Sou feliz porque namoro um amigo
parceiro, gentil, protetor, compreensivo,
meu homem a me amar.
Sou feliz porque posso ser uma filha
caçula, dengosa, amada, bem vinda,
e aos meus pais admirar.
Sou feliz porque tenho tudo de bom,
o melhor é o que a vida me dá,
e estou sempre aberta a desfrutar.
Sou feliz porque moro na praia
com vistas pra lua,
tenho o canto dos pássaros
e mergulho no mar.
Sou feliz porque aprecio o espelho
e a cada dia a imagem é a mais bela de olhar.
Sou feliz porque vivo e ainda que fuja
tem sempre uma luz a me penetrar.
Sou feliz porque posso sair, posso andar,
mas sempre há um lugar, um abraço pra onde voltar.
Sou feliz porque até a tristeza
só vem rapidinha,
apenas como lembrete para eu humanizar.
Sou feliz porque a magia existe
e quanto mais a ela me entrego
mais a verdade persiste
pra me fazer celebrar.
Sou feliz porque tenho sempre os amigos.
inteiros, mano a mano, comigo,
com quem posso sempre contar.
Sou feliz porque tenho a poesia,
as palavras, a alegria,
pra poder compartilhar.
Sou feliz porque a mulher em mim existe
muito inteira, e insiste
em minha vida chefiar.
Sou feliz porque eu sinto,
demonstro, transbordo, exprimo,
toda essa gratidão por minha vida,
gostosa, livre, limpa,
seguindo sempre esse rumo
do prazer que é amar.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
...
O silêncio fala muito. Esse é um desses momentos. Mas lembre: a vida está sempre dizendo algo, e o mais importante é estarmos atentos para escutar e agir.
Um beijo enorme.
Um beijo enorme.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
QUARENTANOS...
23 DE OUTUBRO DE 2013. "Quarentanos". Que lindo! Estou empolgada. O mais gostoso de tudo é que me sinto sempre começando. A vida é uma joia tão rara, tão cara, que apronta uma novidade a cada momento, a cada dia, ainda que sutilmente. E tudo sempre dá certo. Sempre. Até as mancadas são acertos. Errar é tão gostoso porque significa que tentei, que arrisquei; que busquei; e o mais lindo é que não me arrependo de nada. Tudo serviu. Até o que doeu ou fez doer... E olha que sei do que estou falando... Entendo de coragem também. Mesmo com medo... Eta como gosto da minha vida... Como sou feliz por ser eu mesma. Gosto de viver e conhecer uma pessoinha nova em mim a cada momento. Amo essa menina sapeca disfarçada de mulher madura, e o mulherão que se disfarça de menina... Adoro...
Parabéns meu amor, minha querida. Parabéns. Quarenta anos de nascida, uns vinte de fato, uma alma renascida, cheia de gosto pela vida, e mais um monte de certezas de que o que importa é viver o dia. Hoje.
Obrigada vida, obrigada Deus, Universo, Forças infinitas que conspiram sempre a meu favor, obrigada filho, obrigada companheiro, obrigada mãe e pai, obrigada pessoas irmãs, obrigada por tudo. Tudo. Tudo. Tudo. Seguindo meu coração fica tudo mais calmo, mais sereno, mais tranquilo. Beijooooooooooooooooo
Parabéns meu amor, minha querida. Parabéns. Quarenta anos de nascida, uns vinte de fato, uma alma renascida, cheia de gosto pela vida, e mais um monte de certezas de que o que importa é viver o dia. Hoje.
Obrigada vida, obrigada Deus, Universo, Forças infinitas que conspiram sempre a meu favor, obrigada filho, obrigada companheiro, obrigada mãe e pai, obrigada pessoas irmãs, obrigada por tudo. Tudo. Tudo. Tudo. Seguindo meu coração fica tudo mais calmo, mais sereno, mais tranquilo. Beijooooooooooooooooo
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
COERÊNCIA... EU?
Nem acreditei quando vi o tempo que tem que não acesso o blog... puxa... E assim acontece. Sempre vivendo, sempre experienciando, sempre caminhando nos rumos que a vida me apresenta. Mudanças. De humores, de hábitos, de prioridades... Quem será essa pessoa hoje?
Nesta primavera, não sei precisar o dia, um pouco de mim foi lançado no papel. Literalmente no papel - isto porque levei algum tempo sem acessar a internet. Dias após publiquei na rede social - talvez porque lá a "plateia" se manifesta de pronto... aqui há um certo silêncio. Coisas de Lair...
Mas, vale a pena compartilhar aqui, nesse cantinho gostoso de ver, de sentir, onde tudo começou...
QUEM SOU TEM ALGO A VER COM O QUE GOSTO?
GOSTO DE PAPARICAR QUEM EU GOSTO
E PARECE QUE SÓ GOSTO DE QUEM GOSTA DE MIM.
GOSTO PARA SEMPRE
E QUANDO DESCUBRO QUE NÃO GOSTO
APENAS DEIXO DE SENTIR ESSE SABOR.
GOSTO DE SER O CENTRO DAS ATENÇÕES,
DE SER QUERIDA,
E QUANDO SOU O CENTRO
SINTO UMA GRANDE ANSIEDADE DE ESPALHAR ISSO COM TODOS,
COMO QUE UMA VERGONHA DE SER DONA DE TANTOS GOSTARES...
LEMBRO E REGISTRO O QUE SINTO
COMO ALGO INERENTE AO MEU SER,
E ESQUEÇO O QUE SENTI COMO SE A MEMÓRIA
NÃO MAIS EXISTISSE.
ADORO ESCREVER, ESCREVO O QUE SINTO
E, ÀS VEZES, CORRO DISTO COMO SE NÃO PUDESSE DEIXAR O REGISTRO DO CAOS OU DO CÉU.
TANTO FAZ.
DIVULGO E ADORO OS APLAUSOS,
E TAMBÉM ESCONDO E NÃO REVELO A NINGUÉM.
SOU POSSESSIVA, QUERO TUDO PRA MIM.
E SOU DESPRENDIDA, QUERO DIVIDIR, COMPARTILHAR.
ADORO SER BEM VISTA
E ODEIO SER ROTULADA DE MOCINHA,
SEI SER BANDIDA.
VIBRO COMO SE O MOMENTO FOSSE O ÚNICO, O ÚLTIMO,
COM TODA A ANSIEDADE E PAIXÃO
E DESLIGO E DESCONECTO COM A MESMA FACILIDADE
COMO SE NÃO HOUVESSE RAZÃO ALGUMA PARA ESTAR ALI...
SONHO E REALIZO COMO UMA INCRÍVEL MÁQUINA CONSCIENTE.
INTERROMPO E PARO COMO UMA AUTO SABOTAGEM SEM NEXO.
AMO E ODEIO E DEPOIS AMO NOVAMENTE
COMO SE ESTIVESSE NO INÍCIO DE TUDO.
ME PERCO EM MIM
ME ACHO QUANDO NÃO PROCURO.
ESTOU SEMPRE PRESENTE
E DESAPAREÇO NA MESMA PROPORÇÃO.
GOSTO DE SER LINDA
E ME ESCONDO COMO SE NÃO PUDESSE REVELAR...
NÃO TENHO MEDO ALGUM,
ME JOGO DE CABEÇA, FELIZ;
E TAMBÉM TENHO MEDO DE NÃO TER MEDO,
E AÍ, O MEDO VEM...
GOSTO DE SEGURANÇA
AMO LIBERDADE.
HÁ MOMENTOS QUE DEVO ESCOLHER.
PIRO.
SOU FIEL AO QUE SINTO
E ISSO MUDA MUITO.
ENTÃO... LOUCA
DELICIOSAMENTE LOUCA.
UMA COISA É INCONTESTE:
AMO VIVER
E NÃO PRECISO FAZER SENTIDO.
...
Nesta primavera, não sei precisar o dia, um pouco de mim foi lançado no papel. Literalmente no papel - isto porque levei algum tempo sem acessar a internet. Dias após publiquei na rede social - talvez porque lá a "plateia" se manifesta de pronto... aqui há um certo silêncio. Coisas de Lair...
Mas, vale a pena compartilhar aqui, nesse cantinho gostoso de ver, de sentir, onde tudo começou...
QUEM SOU TEM ALGO A VER COM O QUE GOSTO?
GOSTO DE PAPARICAR QUEM EU GOSTO
E PARECE QUE SÓ GOSTO DE QUEM GOSTA DE MIM.
GOSTO PARA SEMPRE
E QUANDO DESCUBRO QUE NÃO GOSTO
APENAS DEIXO DE SENTIR ESSE SABOR.
GOSTO DE SER O CENTRO DAS ATENÇÕES,
DE SER QUERIDA,
E QUANDO SOU O CENTRO
SINTO UMA GRANDE ANSIEDADE DE ESPALHAR ISSO COM TODOS,
COMO QUE UMA VERGONHA DE SER DONA DE TANTOS GOSTARES...
LEMBRO E REGISTRO O QUE SINTO
COMO ALGO INERENTE AO MEU SER,
E ESQUEÇO O QUE SENTI COMO SE A MEMÓRIA
NÃO MAIS EXISTISSE.
ADORO ESCREVER, ESCREVO O QUE SINTO
E, ÀS VEZES, CORRO DISTO COMO SE NÃO PUDESSE DEIXAR O REGISTRO DO CAOS OU DO CÉU.
TANTO FAZ.
DIVULGO E ADORO OS APLAUSOS,
E TAMBÉM ESCONDO E NÃO REVELO A NINGUÉM.
SOU POSSESSIVA, QUERO TUDO PRA MIM.
E SOU DESPRENDIDA, QUERO DIVIDIR, COMPARTILHAR.
ADORO SER BEM VISTA
E ODEIO SER ROTULADA DE MOCINHA,
SEI SER BANDIDA.
VIBRO COMO SE O MOMENTO FOSSE O ÚNICO, O ÚLTIMO,
COM TODA A ANSIEDADE E PAIXÃO
E DESLIGO E DESCONECTO COM A MESMA FACILIDADE
COMO SE NÃO HOUVESSE RAZÃO ALGUMA PARA ESTAR ALI...
SONHO E REALIZO COMO UMA INCRÍVEL MÁQUINA CONSCIENTE.
INTERROMPO E PARO COMO UMA AUTO SABOTAGEM SEM NEXO.
AMO E ODEIO E DEPOIS AMO NOVAMENTE
COMO SE ESTIVESSE NO INÍCIO DE TUDO.
ME PERCO EM MIM
ME ACHO QUANDO NÃO PROCURO.
ESTOU SEMPRE PRESENTE
E DESAPAREÇO NA MESMA PROPORÇÃO.
GOSTO DE SER LINDA
E ME ESCONDO COMO SE NÃO PUDESSE REVELAR...
NÃO TENHO MEDO ALGUM,
ME JOGO DE CABEÇA, FELIZ;
E TAMBÉM TENHO MEDO DE NÃO TER MEDO,
E AÍ, O MEDO VEM...
GOSTO DE SEGURANÇA
AMO LIBERDADE.
HÁ MOMENTOS QUE DEVO ESCOLHER.
PIRO.
SOU FIEL AO QUE SINTO
E ISSO MUDA MUITO.
ENTÃO... LOUCA
DELICIOSAMENTE LOUCA.
UMA COISA É INCONTESTE:
AMO VIVER
E NÃO PRECISO FAZER SENTIDO.
...
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Autoconhecimento: a chave da saúde
02/02/22. Esse foi o dia do lançamento do meu novo livro "Autoconhecimento: a chave da saúde", uma chave que abre todas as portas ...
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Parece tão óbvio agora que preciso te dizer... dizer que não há lugar para ir. Olhamos para o céu, olhamos aquela estrela e imaginamos: ...
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Olá. Voltei. E agora parece que é para ficar. Cheguei à conclusão que não dá pra fugir da gente. Não dá pra tentar se adequar a um contexto...