terça-feira, 18 de agosto de 2015

Quis escrever aqui. Quis compartilhar o que venho sentindo, descobrindo, relembrando... mas não está saindo. As palavras - sempre tão fáceis para mim - parecem não acompanhar o sentir, parecem mentir a cada linha que escrevo. Então apago. É como se o desejo de compartilhar não pudesse ser traduzido nas letras do alfabeto. É como se a experiência fosse só minha agora. O que posso dizer é NUNCA, NUNCA, JAMAIS DESISTAM. Se algo aperta o peito, se a coisa toda do lado de fora parece perturbadora, sempre há um aconchego, um refúgio, um lar para retornar, que não precisa de transporte, de companhia, de lógica, de conhecimento, de enriquecimento, que está aqui, pertinho, disponível todo o tempo, e fica bem dentro de cada um de nós. Chame de alma, de SER, de self, deus... não importa como queira chamar, mas é o ponto chave de tudo, é a resposta, a solução... então a sensação de paz, a plenitude, o bastante, já é, já está, e pronto. E o melhor de tudo, não se esgota num momento, não se resume a um transbordamento de instantes, é algo maior, mais simples talvez, mais avassalador, é um gostar permanente, um gosto gostoso de ser a gente, um prazer de morar nesse templo único, indivíduo, de cuidar dessa pessoa fofa que tem um nome, referências, vontades, projetos... essa coisa chamada de vida; e dá uma vontade enorme de contribuir integralmente para que essa figurinha conquiste tudo o que almejar, porque somos um - corpo e alma - prontos para viver as dualidades até a compreensão real de que... Ah! Ser feliz a cada instante, até quando não sorrimos, porque é bom demais se saber divino, a consciência, algo tão indescritível, que qualquer coisa que daqui brote, com certeza, vale a pena. E o sorriso da existência sempre está presente.
Grata, grata, grata...

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