sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MULHER DE MINHA VIDA

Eu fui moça criada em redoma
Acordei, abri um buraco, e fugi.

Atravessei florestas, fui presa,
fui fera,
apanhei,
bati.

Usei os instintos, esqueci o cuidado
perdi minha alma,
achei,
vendi.

A vida tem seus rumos.
A gente encontra o caminho.
Na direção da luz, até descalça
o pé aguenta o espinho.

Agora, de volta pra casa,
voando,
desta vez sem redoma,
cantando,
com meus olhos posso ver
retornar minha alma,
meu carinho,
minha calma,
pra cuidar dessa moça,
sedução e criança,
menina marota,
liberta,
erguida,
beleza de ser
MULHER DE MINHA VIDA.

domingo, 30 de janeiro de 2011

CRIE O FILME DE SUA VIDA

Há muito ouvimos falar em final dos tempos. Desde a antiguidade havia previsões quanto ao fim do mundo. A transição para o século vinte e um foi um marco para essa suposta destruição da humanidade. E então? O que houve? Por que a natureza ainda espera para tornar um fato as sugestões tão insistentemente apregoadas aos quatro cantos?
Ora, somos pura energia. Somos a realidade em nós mesmos. Criamos o mundo em que vivemos, e tudo o que predomina nele. Seja bom ou ruim, somos os criadores de nossa realidade. Por que então vibrar em cima de coisas negativas, destrutivas, sofridas? Há uma gama de motivos para celebrar a vida, agradecer ao presente de existir, de usufruir dos mistérios e surpresas que o dia a dia nos proporciona tão abundantemente... o que há de errado em ser feliz? Por que somos taxados de loucos por vibrar com cada nascer de um novo dia e acreditar que tudo dá sempre certo, que o mal é apenas um bem que ainda não compreendemos e tudo acontece a nosso favor?
A polêmica move o mundo. É natural para as pessoas viverem rodeadas de preocupações, receios e sofrimentos. Pelo benefício de quem? Por que chama tanta a atenção viver sorrindo e grato por um céu repleto de estrelas iluminadas? A poesia é o estado natural da vida...
Se as pessoas mergulharem em si mesmas, enxergarem os verdadeiros anseios, os caminhos que levam à satisfação, não haverá mais público para a disputa de poderes. Não haverá mais interessados em lutas políticas, filosóficas, culturais, raciais... a felicidade se transformará num estado natural e não haverá razão para qualquer tipo de resistência, não haverá motivo para desgastes destrutivos. Viver a vida que se quer, que se gosta, que dá prazer, conduz à felicidade. E esta felicidade gera uma completude onde não resta espaço pra tanto objetivo, para tanta conquista. Guerras. Exteriores e internas. Batalhas travadas ao som do apoio da mídia e dos detentores do poderio financeiro e político.
Divulgar o fim do mundo é o fim da picada. O filme 2012 está aí para provar que amedrontar, disseminar o pavor e a insegurança dá ibope. Mantém as pessoas estagnadas, acomodadas com o mal estar do dia a dia como se não houvesse solução alguma, como se fosse coisa do destino, como se fosse uma espécie de punição por terem sido tão más com a natureza, com o próximo, com Deus, seja lá mais o que. Bactérias destruídas como um castigo pelo mal causado. Para que, então, desafiar o status quo e experimentar o novo? Para que se arriscar em abandonar velhos padrões que não trouxeram a satisfação esperada e atingir um estado de êxtase ao vivenciar o que a alma sente que faz bem? O alarde de violência, doenças, destruição, medos e polêmicas movimenta o desespero psicológico e paralisa a humanidade, dissolvendo qualquer perspectiva de mudança para ser feliz. O mundo já vai acabar mesmo... deixa pra amanhã... e isso é que fica implantado no pensamento coletivo. É essa a realidade que querem materializar para vocês?
Gente!!!!! O pensamento é o criador da vida que levamos. Diante de tantos milagres da vida, de tanta luz e brilho, de tanta beleza, por que desacreditar na felicidade? Crie uma realidade positiva para você. Ao acordar, olhe o céu azul ensolarado te recebendo com boas vindas. Escute o som dos passarinhos cantarolando o prazer de voar e curtir o aroma das flores. Agradeça por mais um dia em que você sente o ar entrando em suas narinas e seu coração vibra com batidas ininterruptas de vida. Mergulhe na imensidão do mar azul, de todos os tons, refletindo as cores do céu e da paisagem submersa... imagine você. Imagine como funciona todo o seu corpo. Uma máquina perfeita guiada por um cérebro indefinível, comando incrível, num sincronismo inexplicável... É. São tantas maravilhas em nós e em tudo ao redor, que não há espaço suficiente aqui para comportar. Vibre nisto. Sinta isto. Acredite nisto. E você poderá experimentar o que é chorar de felicidade pela tamanha gratidão ao dom da vida.
Comece agora. Crie o filme de sua vida.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

VALORIZAR O DOM DA VIDA

"Viver e não ter a vergonha de ser feliz... cantar a beleza de ser um eterno aprendiz".
A vida. Um presente. Uma comemoração diária se vivemos seguindo o nosso coração. Uma oportunidade constante de experienciar, de saborear, de mudar, de aceitar, de compreender, de aprender.
Sabemos o que queremos. A questão é que muitas vezes não seguimos o que desejamos, porque há um rol de coisas, de obrigações a cumprir. Ou mesmo a velha insegurança, o medo de arriscar trilhar um caminho que não nos foi apresentado como o correto a seguir.
A vida nos deu uma alma. Um ser capaz de realizar, de transformar. O medo veio junto com o pacote, junto com a mente. Esta também foi um presente. É a inteligência racional, é o termômetro emocional. E então? O que está faltando? Há tanto a experimentar, tantos dons a descobrir...
Não falta nada. Está tudo em nós. Em mim, em você. Vamos ser nós mesmos, trilhar o nosso próprio caminho, sorrir o nosso próprio sorriso, sem vergonha de brincar, sem vergonha de errar, sem vergonha de acertar. Sem vergonha de SER FELIZ.
Um beijo.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

UM NOVO ANO...

Novo ano. Quer saber: não há o que entender. É simplesmente ser feliz. É buscar atender aos seus anseios, às suas expectativas, o que sentir vontade... se tiver bom, faça, se não tiver, não faça. Divirta-se vivendo a sua vida. Sua, de mais ninguém. Se existem projetos, coloque em prática. Se existem sonhos, veja as infinitas possibilidades e acredite neles. Se não há o que desejar, não importa. Nada importa. E tudo é importante. Se te faz bem, se te faz feliz, se te preenche, isso faz valer a pena. Viva, sinta, curta, e seja grato à essa coisa maravilhosa, perfeita e inexplicável que se chama vida. Sua vida. Individualmente, simplesmente, sua. Novo ano do calendário solar ou simplesmente um novo acordar. Sentir-se bem é a regra. A única.
FELIZ 2011!!!

domingo, 26 de dezembro de 2010

ENTÃO É NATAL
E daí? O que isso realmente significa? O nascimento de Jesus seria a resposta politicamente correta, mas não a verdadeira... Momento de paz, de amor, de compartilhar, de confraternizar... Será?
As pessoas se acostumaram a viver um dia-a-dia descomprometido com os próprios anseios, sem dar a devida importância ao que sentem, querem ou realmente precisam. É um ter de fazer, ter de ir, ter de providenciar, para agradar aos outros, para alcançar objetivos de vida traçados pelo meio social, pela família, por costumes locais, e até mundiais, sem sequer perguntarem-se: eu realmente quero isto?
Não importa. O que importa é que fomos criados para isso. Aprendemos que tais metas formam uma pessoa de bem, alguém bem sucedido, aceito pelo meio social, respeitado... E isso nunca acaba. Um objetivo, uma vez alcançado, leva a outro e, assim, sucessivamente. Mas ninguém fica satisfeito.
Vivemos insatisfeitos. Em guerras pessoais e interpessoais. E o pior: a vitimização é o lema. A culpa é sempre do outro. As disputas são constantes. A luta para vencer é primordial, é o que move a máquina social. Mas há o Natal. Há o momento de ser bom. O momento de se reunir com a família, de fazer o amigo secreto, de tentar não brigar tanto, de diminuir com as discussões... afinal, é Natal.
É hora de receber o décimo terceiro e comprar os presentes. Natal sem presente? Não existe. Vamos comprar. É hora, então, de arrecadar os presentes dos pobrezinhos, de cumprimentar o porteiro e dar um agradinho ao menino da sinaleira. De colocar a moeda na caixinha de natal da padaria... É natal.
Passa-se o ano inteiro desatento, desligado, vivendo uma vidinha sem sentido, cheia de objetivos – mas sem sentido algum – sem preenchimento algum, com satisfações momentâneas, de finais de semana... Mas chegou o Natal e, de repente, ficamos todos amigos, unidos, em paz, por uma noite... Até chegar o reveillon.
Depois vem o começo de um novo ano, cheios de “sonhos” a realizar, e a robotização do dia-a-dia se reinicia e tudo é esquecido. Mais uma vez surge a esperança, a companheira de quem não vive o hoje, não se importa em ser feliz agora, sacrifica-se pelas metas da vida, de uma vida que não é sua, lhe foi apresentada e, sem questionar você aceitou, porque é normal aceitar, todo mundo aceita.... Mas a esperança tá aí. Pronta pra dizer para você que amanhã, quem sabe... se deus quiser... lute...
Então é natal. E daí? Em que isso modifica a sua vida? Além das confraternizações, da reunião familiar e do compra-compra de presentes, o que há de importante pra você nisso?
O seu ser, sua alma, quem realmente precisa de atenção, tem? Você se pergunta se vive como quer, ou vive como “deve ser”? Você é feliz?
É. Que pessoa chata. Uma época tão legal, festiva, se espera tanto tempo pro final do ano chegar e poder ter esperança de alguma coisa melhorar, e lá vem essa chata dizendo que papai Noel não existe, que esperança não adianta nada, e esperar pelo futuro é o mesmo que matar a única vida que existe: o agora.
Cale a boca sua chata. Fica quieta e deixa a galera curtir a compra dos presentes, a escolha dos quitutes da ceia, os enfeites coloridos e iluminados, o Noel do pólo norte... E então,
É natal. Feliz Natal. Ufa!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Autoconhecimento: a chave da saúde

02/02/22. Esse foi o dia do lançamento do meu novo livro "Autoconhecimento: a chave da saúde", uma chave que abre todas as portas ...