Estou em um daqueles momentos estranhos... A vida me mostra um caminho, eu sigo, me jogo, mergulho de cabeça como é do meu feitio, e, de repente, muda tudo, parece que nada é realmente aquilo que eu imaginava...
Então uma nova senda se abre, um objetivo diferente, uma outra brincadeira, e, mais uma vez, estou eu empolgada, envolvida na jornada que se segue...
Rindo, rindo, rindo... sempre rindo, porque me divirto com essa insegurança. Sinto-me totalmente amparada, sei que sou protegida, que não importa por onde ande, estou sempre voando... E ainda não sei o que me reserva, não compreendi de fato se há alguma finalidade em tudo o que está acontecendo. Mas sei que não precisa ter. Um lado quer as definições, quer alcançar um objetivo, quer obter os resultados, mas outro é tão doido, tão lindo, que não está se importando de fato com nada, que não se preocupa, que apenas se diverte em se ocupar com cada novidade que aparece, e a vida tão viva como é, se mistura comigo como se fosse uma chama, um fogo ardente que apaga com tempestades, mas ressurge logo que o calor do sol emana seus raios incessantes...
Empolgada... essa é uma sensação que eu amo. Se vem aquela agonia de me pensar presa, logo algo se põe dançando em minha frente, num agradável convite, chamando para que eu mergulhe... adoro isso! E, mais uma vez, não sei se é algo para ter resultados, ou se é aquele resultado que independe das aparências, aquilo que mexe por dentro e me modifica, ainda que, aparentemente, pareça que nada aconteceu. Mas, eu sei, eu sinto, eu vejo, não é a mesma aquela que sinto pulsar em mim, algo novo nasceu, e, como sempre, meu templo não comporta tanto, e o transbordamento acontece. É fato.
Eis que surge aquela gratidão imensurável, o plexo intensifica, o coração cresce, a vontade de voar vem de tal forma que pareço estar flutuando, ainda que sinta o peito dos pés amassados no puff do quarto, as caimbras...
Momento dos Xamãs... meu lado indígena está presente, fortalecido, sinto a liberdade, sinto a ausência de forma, uma linguagem diferente surge em minha mente, e os cheiros... a percepção dos cheiros tem andado mais aguçada. Eu não tinha parado para pensar em nada disso, mas agora me parece tão óbvio... os textos que chegam nesses últimos dias se mostram regados do misticismo indígena. Não há coincidência. Sincronicidades definem essa conectividade, a ligação de tudo o que sintoniza na mesma frequência. E eu que achava estar desconectada esses dias... loucura. Loucura o que diz a mente pra manter a robotização em alta. Mas, mais louca é a alma liberta, que se apoia na consciência, aquela testemunha silenciosa que acompanha a multidão tagarela mental, e consegue me fazer lembrar de mim, me fazer estar aqui, agora, nesse instante.
Amo muito. Amo até quando acho que estou odiando. É o amor que me faz pulsar. Não sei viver de outro modo. Preciso aprender ainda, preciso precisar, porque só isso justifica tudo. Senão nada faria sentido...
E que as forças da natureza, os raios de luz, a mística da vida, tragam, para mim, cada vez mais, o céu sem núvens.
Então uma nova senda se abre, um objetivo diferente, uma outra brincadeira, e, mais uma vez, estou eu empolgada, envolvida na jornada que se segue...
Rindo, rindo, rindo... sempre rindo, porque me divirto com essa insegurança. Sinto-me totalmente amparada, sei que sou protegida, que não importa por onde ande, estou sempre voando... E ainda não sei o que me reserva, não compreendi de fato se há alguma finalidade em tudo o que está acontecendo. Mas sei que não precisa ter. Um lado quer as definições, quer alcançar um objetivo, quer obter os resultados, mas outro é tão doido, tão lindo, que não está se importando de fato com nada, que não se preocupa, que apenas se diverte em se ocupar com cada novidade que aparece, e a vida tão viva como é, se mistura comigo como se fosse uma chama, um fogo ardente que apaga com tempestades, mas ressurge logo que o calor do sol emana seus raios incessantes...
Empolgada... essa é uma sensação que eu amo. Se vem aquela agonia de me pensar presa, logo algo se põe dançando em minha frente, num agradável convite, chamando para que eu mergulhe... adoro isso! E, mais uma vez, não sei se é algo para ter resultados, ou se é aquele resultado que independe das aparências, aquilo que mexe por dentro e me modifica, ainda que, aparentemente, pareça que nada aconteceu. Mas, eu sei, eu sinto, eu vejo, não é a mesma aquela que sinto pulsar em mim, algo novo nasceu, e, como sempre, meu templo não comporta tanto, e o transbordamento acontece. É fato.
Eis que surge aquela gratidão imensurável, o plexo intensifica, o coração cresce, a vontade de voar vem de tal forma que pareço estar flutuando, ainda que sinta o peito dos pés amassados no puff do quarto, as caimbras...
Momento dos Xamãs... meu lado indígena está presente, fortalecido, sinto a liberdade, sinto a ausência de forma, uma linguagem diferente surge em minha mente, e os cheiros... a percepção dos cheiros tem andado mais aguçada. Eu não tinha parado para pensar em nada disso, mas agora me parece tão óbvio... os textos que chegam nesses últimos dias se mostram regados do misticismo indígena. Não há coincidência. Sincronicidades definem essa conectividade, a ligação de tudo o que sintoniza na mesma frequência. E eu que achava estar desconectada esses dias... loucura. Loucura o que diz a mente pra manter a robotização em alta. Mas, mais louca é a alma liberta, que se apoia na consciência, aquela testemunha silenciosa que acompanha a multidão tagarela mental, e consegue me fazer lembrar de mim, me fazer estar aqui, agora, nesse instante.
Amo muito. Amo até quando acho que estou odiando. É o amor que me faz pulsar. Não sei viver de outro modo. Preciso aprender ainda, preciso precisar, porque só isso justifica tudo. Senão nada faria sentido...
E que as forças da natureza, os raios de luz, a mística da vida, tragam, para mim, cada vez mais, o céu sem núvens.
Perfeita.
ResponderExcluirNós, na escola da Vida.
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