sábado, 17 de dezembro de 2016

"UMA VOZ PELA PAZ"

Olá meus amores...

Ontem estivemos no evento da "Arte de Viver", na Concha Acústica: "Uma voz pela paz", com a presença de Ravi Shankar, uma daquelas pessoas que só o sorriso e o brilho no olhar já emanam amor e paz...
Um amigo me perguntou: você o conhece? O que sabe sobre ele? Pois é. Não o conhecia, nunca tinha ouvido falar, mas o assunto era paz, meditação coletiva, então dei logo um jeito de ir.

Aquela Concha lotou de gente. Pessoas felizes por estarem reunidas ali. Um "guru" indiano iria compartilhar. Algo que nos chamou a atenção quando chegamos, foi a presença de muitos policiais na platéia, e depois na orquestra... Até nos ser revelado: agora, a polícia também medita. Esse é um dos projetos da Arte de Viver. Que maravilhoso!!!

E enquanto aguardávamos Ravi, havia orquestra e coral, e as músicas passearam por muitas crenças, desde mantras à aleluias, numa demonstração de algo fundamental: não importa qual o seu "ismo", ou se você sequer adere a algum. O Amor... essa é a religião do Universo! E eles deram um show de alegria e entrega...Até tocaram "Além do Arco Íris"...

E lá estava Ravi... A leveza das palavras, do caminhar, a gaiatice fofa, o jeito simples e amoroso de uma alma iluminada. Senti amor. Aquele homem emana amor. Sua mensagem vem da alma... Grata. Muito grata.

Feliz por ter participado. Meditar coletivamente é fantástico! Senti a energia tomar conta de meu corpo por inteiro, o amor transbordando de meu ser... e eu não estava sozinha, havia centenas de pessoas ali, unidas pelo mesmo objetivo: PAZ! Imagine a luz divina que foi emanada para o Planeta...

É isso. Para isso viemos. O encontro da paz em cada um de nós funciona como um bálsamo curador, nossas luzes acesas iluminam cada canto escuro. É disso que precisamos. O mergulho nas profundezas de nossa alma, da nossa verdadeira face, faz com que enxerguemos melhor o outro; a compreensão traz o perdão, o amor, a cura. Muito grata porque há muita gente buscando a paz, aqui, ali, em todos os lugares do mundo. Porque há muita gente querendo autoconhecimento e utilizando ferramentas positivas. Porque a tecnologia permite que divulguemos mais, que compartilhemos mais. Porque quanto mais amor emanamos, mais a colcha de luz cresce e mais unidos estaremos. Como É.

E que meditemos mais, que foquemos no bem, que saibamos transformar a nós mesmos, para que a compaixão nasça, o amor cresça e a paz seja a realidade universal. 
 
Muito grata VIDA!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 9 de agosto de 2016

ROTAS SEM FIM

Estou em um daqueles momentos estranhos... A vida me mostra um caminho, eu sigo, me jogo, mergulho de cabeça como é do meu feitio, e, de repente, muda tudo, parece que nada é realmente aquilo que eu imaginava...
Então uma nova senda se abre, um objetivo diferente, uma outra brincadeira, e, mais uma vez, estou eu empolgada, envolvida na jornada que se segue...
Rindo, rindo, rindo... sempre rindo, porque me divirto com essa insegurança. Sinto-me totalmente amparada, sei que sou protegida, que não importa por onde ande, estou sempre voando... E ainda não sei o que me reserva, não compreendi de fato se há alguma finalidade em tudo o que está acontecendo. Mas sei que não precisa ter. Um lado quer as definições, quer alcançar um objetivo, quer obter os resultados, mas outro é tão doido, tão lindo, que não está se importando de fato com nada, que não se preocupa, que apenas se diverte em se ocupar com cada novidade que aparece, e a vida tão viva como é, se mistura comigo como se fosse uma chama, um fogo ardente que apaga com tempestades, mas ressurge logo que o calor do sol emana seus raios incessantes...
Empolgada... essa é uma sensação que eu amo. Se vem aquela agonia de me pensar presa, logo algo se põe dançando em minha frente, num agradável convite, chamando para que eu mergulhe... adoro isso! E, mais uma vez, não sei se é algo para ter resultados, ou se é aquele resultado que independe das aparências, aquilo que  mexe por dentro e me modifica, ainda que, aparentemente, pareça que nada aconteceu. Mas, eu sei, eu sinto, eu vejo, não é a mesma aquela que sinto pulsar em mim, algo novo nasceu, e, como sempre, meu templo não comporta tanto, e o transbordamento acontece. É fato.
Eis que surge aquela gratidão imensurável, o plexo intensifica, o coração cresce, a vontade de voar vem de tal forma que pareço estar flutuando, ainda que sinta o peito dos pés amassados no puff do quarto, as caimbras...
Momento dos Xamãs... meu lado indígena está presente, fortalecido, sinto a liberdade, sinto a ausência de forma, uma linguagem diferente surge em minha mente, e os cheiros... a percepção dos cheiros tem andado mais aguçada. Eu não tinha parado para pensar em nada disso, mas agora me parece tão óbvio... os textos que chegam nesses últimos dias se mostram regados do misticismo indígena. Não há coincidência. Sincronicidades definem essa conectividade, a ligação de tudo o que sintoniza na mesma frequência. E eu que achava estar desconectada esses dias... loucura. Loucura o que diz a mente pra manter a robotização em alta. Mas, mais louca é a alma liberta, que se apoia na consciência, aquela testemunha silenciosa que acompanha a multidão tagarela mental, e consegue me fazer lembrar de mim, me fazer estar aqui, agora, nesse instante.
Amo muito. Amo até quando acho que estou odiando. É o amor que me faz pulsar. Não sei viver de outro modo. Preciso aprender ainda, preciso precisar, porque só isso justifica tudo. Senão nada faria sentido...
E que as forças da natureza, os raios de luz, a mística da vida, tragam, para mim, cada vez mais, o céu sem núvens.
  

quarta-feira, 29 de junho de 2016

NÃO GOSTO DISSO

Eu gosto de gente, gosto de bicho, gosto de plantas, de flores, de cores, do preto, do branco, do silêncio, do som, da noite, do dia, do sol, da chuva, de estrelas... Gosto da vida. Gosto das diferenças. Gosto do que vejo e gosto do invisível. Gosto do humano e do super humano. Gosto do riso solto e das lágrimas. Até já acho graça de quem não gosta de mim. Gosto de um monte de coisas e gosto de gostar...
Mas uma coisa eu sei que não gosto e não sei lidar com isso: desumanidade.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

E O QUE HÁ REALMENTE PARA DIZER?

Será que tenho algo a te dizer? Será que quero de fato? Há momentos em que prefiro só olhar, apenas observar o movimento, as sacudidas, o ensejo... o silêncio me ensina. Sua ação, sua fala, seu olhar, suas reações loucas. Prefiro assistir e aprender. É uma vivência. Não deixo de estar atuando, não deixo de estar experimentando, mas é uma ciência diferente. A platéia em mim fica mais ativa, a visão da mente coletiva se amplia, e as alternativas... estas ficam mais numerosas e criativas.
É um observar fortalecido, consciente. E até a minha narrativa aqui, termina por ser descritiva.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

MOMENTO DE POLÍTICA

Hoje estamos num momento de política. O país não está dividido da forma que dizem: "coxinhas" e "mortadelas". Não. Está disperso, confuso, imerso na energia do medo. Medo de se mostrar,  medo de perder, medo de errar...
Os conflitos políticos não dividem de verdade. Todos eles estão do mesmo lado. Estão, como sempre, tentando repartir o bolo de modo que saiam ganhando conforme o planejado. E o país se move, as pessoas escolhem lados, defendem teses, apontam soluções, discutem como quando se preparam para assistir a um jogo de futebol ou quando tentam pregar a sua opção religiosa como a única solução para a "salvação"...
O fato é que não há confiança. A coisa do desacreditar, do duvidar, do olhar o outro como rival, do medo de ditaduras, aumento dos preços, perda de empregos, perseguições, tudo isso está sendo divulgado e disseminado, mas, na prática, não é uma questão de solução política.
Não somos apenas uma personae. Não somos apenas uma máquina humana pensante, cujo organismo biológico super desenvolvido nos destaca perante os demais seres vivos habitantes do Planeta. Essencialmente, e principalmente, SOMOS SERES DE LUZ. Verdadeiramente, a luz é a nossa essência, formamos uma colcha de retalhos, um a um, todos nós, uma colcha luminosa e radiante. Precisamos tomar consciência disto hoje, já.
Se você acredita em um deus, em santos, em guardiões, em entidades invisíveis, em elfos, fadas, magos, seja qual for a sua crença, É VERDADE. É a sua verdade. Só peço que sinta essa FORÇA dentro de si. Peço que tome consciência de que a divindade, a força astral, a magia, isto é inerente a você e precisamos de sua LUZ ACESA agora.
Não divida. Some. Esqueça o medo. Sejamos corajosos e vamos investir no AMOR. Deixe um pouco de lado as indignações com a corrupção alheia e aja segundo a ética que você tanto deseja no outro. Foque em si agora. Enxergue todo esse amor que tem aí dentro para ser compartilhado. Veja esse prazer de ser honesto, de ser verdadeiro, vir à tona, transbordar de você. Ainda que tenha receio da reação das pessoas, SEJA VOCÊ.
E a cada minuto que um sorriso é compartilhado, um abraço vem bem apertado, o olhar de confiança lhe é dado, a nossa energia luminosa vem à tona, e o melhor de cada um será o resultado.
Essa é a forma de contribuir nesse momento de "caos". Esse momento é um momento. Você, Eu, somos eternos.
Vamos dar o nosso melhor, vamos agir no dia a dia com ética, investir na verdade, vibrar confiança e amor, e nosso deus, cosmos, astral, santos, entidades, todas essas forças de luz irão cuidar das transformações e preparar um PRESENTE DE PAZ.

sábado, 16 de abril de 2016

Atenção aos espelhos

As questões são individuais. Até entendermos que o "indivíduo" não existe.
Começamos a perceber isso quando olhamos o outro como espelho...
Assim, vamos trabalhando em nós aquilo que nos incomoda no outro... e o amor vai crescendo, se ampliando, e se alastra em nosso Ser...
Aí as "questões" são insignificantes, e amar é a razão de tudo.

domingo, 27 de março de 2016

E O QUE É ACREDITAR?


Um amigo me perguntou: quem veio mais forte em sua vida, o amor ou a felicidade?
É algo muito interessante de se observar... são sentimentos tão ligados, tão sintonizados, tão sinônimos...
Sempre tive tudo e não era feliz. Muito bem tratada, acolhida, cuidada, orientada, acarinhada, mas faltava algo, buscava algo, que pensava ser alguém. Buscava o amor. Amor que pensava ser de um homem, amor de um companheiro, amor dos contos de fadas... buscava e não encontrava. E o vazio sempre presente. Considerava-me ingrata, por que tão insatisfeita se a vida me dava tudo com tanta facilidade?
Em tantas idas e vindas, em tantas experiências, experimentos, abismos, questionamentos, eu me vi numa busca religiosa, espiritual, na busca por respostas, mas encontrei cada vez mais perguntas. E a agonia era disfarçada por alguns períodos e retornava ainda mais forte.
Só então entendi que o tal amor era uma busca por mim, todos os questionamentos visavam à compreensão de mim mesma, a razão de minha existência e a rota a seguir para atingir a tal meta... Meta...
Sempre cheia de fé. Sempre acreditando. Sempre confiando cegamente. Esperando atingir um estado de ser equilibrado, iluminado, uma paz que permitisse uma vida realmente feliz.
Portas abrindo e fechando. Mas nunca duvidei de que o abrir e fechar era uma forma do Universo me conferir uma direção, me guiar ao propósito maior. Qual?
Não estamos sozinhos, não somos sozinhos, fazemos parte de algo gigante, de algo acolhedor, onipotente, que se move através de nós, que faz parte de cada um de nós. Essa foi a grande sacada. Esse foi o ponto alto da busca. Esse foi o instante do encontro com o entendimento: EU.
O autoamor, a autoaceitação, a compreensão de que não é o outro, não é o amor do outro ou pelo outro que nos completa, que realmente buscamos, mas o amor por nós mesmos. Aquela sensação de que nada mais importa, nada mais existe, e, ao mesmo tempo, de que tudo se encaixa perfeitamente e tudo está aqui dentro, que acolhemos todo o mundo dentro de nós, que penetramos na alma do mundo, sentimos e absorvemos, sentimos e compartilhamos, sentimos e simplesmente somos. E não há como esclarecer mais do que isto, não há como dizer em palavras o que é incognoscível, indefinível, o que é divino...
A sensação, o estado, o sentimento, o ser amor, é a razão de tudo, é a própria felicidade, é a razão de existir. Pude perceber o que é felicidade quando pude transbordar o amor...
Aí veio a insegurança, a dor, o medo, o vácuo. Porque a entrega é total e irrestrita, porque a confiança é tão plena que não há espaço pra qualquer sinal de dúvida, então o ser é a própria razão de existir e ser feliz é um estado de amor-gratidão permanente por tudo o que a vida oferece. E até o amor-homem se fez presente.
Mas há o mundo. Há a mente. Há a lógica e a razão cobrando e criando regras e condições, criando metas e objetivos, criando o desejo de reciprocidade, de igualdade, como se todos ao redor estivessem compartilhando do mesmo êxtase, da mesma pureza de espírito, do mesmo desejo de amar e amar e amar e amar... e vem a cobrança, e a decepção, e a descoberta de que a maldade existe, de que não se pode confiar indiscriminadamente, indistintamente, e vem a necessidade de se autoproteger, de se cercar apenas de quem sabemos nos amar verdadeiramente, dos poucos em que confiamos nossa verdade, nossa espontaneidade, nosso ser mais desnudo, mais puro, mais original. E o mundo se reduz. E o amor fica restrito. E a alma tão gigante, tão infinita fica pequena, apertada, fechada num paraíso reduzido por cercas protetoras que não impedem a dor porque nasci para amar, e gosto de amar, e meu peito aperta e explode, e meu ser sufoca porque preciso transbordar, preciso me doar, me abrir, abraçar, beijar, gritar, cantar, gargalhar, amar, amar, amar, amar e amar essa vida por completo, com todos dentro, com o mundo dentro... então a cabeça lembra da dor da decepção, da enganação, da risada irônica que não conhece o que é espontâneo, que não acredita no que é puro, que duvida do amor incondicional, e o medo vem, e eu me fecho em meu mundo restrito, em meu mundo de escolhidos que me amam de verdade, os amores da minha vida, que me veem como sou, que compreendem e sorriem com minha mania de mudar, com meu jeito diferente e bonito, com minha meninice gostosa, com os comentários maldosos repentinos de quem precisa se defender pra não sofrer os mesmos enganos, mas que não desiste das pessoas, porque não desiste de si mesma, porque sempre acredita, porque tem em si a própria essência da vida, porque adora o amor, vive pra amar e não consegue viver de outra forma, senão tudo perde o sentido.
E agora, quase dois anos depois, encontro esse texto. É a minha história. E fico em êxtase ao vislumbrar meu caminhar durante esses anos... Como é lindo viver! Cada momento é único!
Agora posso dizer que não há agonia, que não existe razão para defesas. Que o amor habita em mim. E esse amor move minha vida. A cada passo, a descoberta de que todos vivem essa busca, ainda que não saibam disso... E que o amor está em todo ser e há muito em nós para compartilhar. Não precisamos temer. Apenas agir. Há muito a fazer nesse mundo. Esse é o sentido de tudo. Sentir. Amar. Compreender. Observar. Compartilhar. As pessoas são lindas e as diferenças são degraus a trilhar.
Acreditar? Hoje nem está em cheque. Somos luz.
E o amor? Ah, amor. Não é pontual. É incondicional.

domingo, 20 de março de 2016

Liberdade

Há momentos em que parece que estão podando nossa liberdade. A mecanicidade se mostra louca e alucinada e deseja laçar o pescoço para guiar nossos passos. O peito aperta e a vontade de fugir logo vem. Mas a consciência é libertadora. O fato de nos sabermos luz, de nos vermos alma, faz com que o coração se abra e as forças brotem de dentro como asas. O precipício se transforma na possibilidade de voar, na oportunidade de nos tornarmos gigantes e, ao mesmo tempo, leves borboletas flutuando sob o vento...
Sigo feliz por saber que não há pessoa ou circunstância capaz de prender o meu ser. Apenas o meu templo o hospeda, mas, mesmo assim, a consciência me liberta dia após dia, até a total comunhão com o cosmos. Isso é viver. Amarras, prisões, seja do tempo, seja de lugares, não conseguem ferir ou segurar o meu vôo.
A vida é meu norte. Meu coração, meu guia. Minha luz, a origem e o destino do meu ser.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

SAIA DO ROTEIRO

Assisti agora ao filme "O Doador de Memórias", baseado no livro de Lois Lowry, que conta a história de um mundo sem emoções, sem cores, sem música, totalmente roteirizado, onde as pessoas fazem sempre as mesmas coisas e de forma robotizada e repetitiva. Numa tentativa de "proteger" a humanidade da violência, das doenças e da morte, a estavam privando do amor, das emoções e da vida.
A ficção pareceu-me muito real, à medida que ainda insistimos em rotular, em brigar contra as diferenças, em julgar e temer o novo, em ingressar nas intermináveis rotinas cheias de objetivos futurísticos, ao invés de prestar a atenção na novidade do caminhar de agora, do sorriso maroto das brincadeiras, do sentir o calor do sol e o frescor da noite, sem ter que pensar em medo de queimaduras ou da escuridão.
Há muito mais para enxergar. Há muito mais para perceber. Há muito mais para sentir. Não devemos permitir que os olhos nos impeçam de ver. Melhor deixar as cores e a luz do dia nos mostrarem o arco íris. Melhor olhar para a sombra e perceber a luminosidade que a permite existir...
Nossa vida é poesia. Não porque sou poetiza e de minha sensibilidade brotam palavras belas e envolventes. Mas porque a luz da vida é real, porque a energia do ser existe como causa, como suprimento, e como destino. Um dia me disseram: "da luz viemos e para a luz regressaremos." É fato. A luz é a única realidade. Saia do roteiro, improvise. 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

FELIZ NOVO INSTANTE

Todo dia é tempo de recomeçar. A cada amanhecer nos é dada a oportunidade de fazer algo novo, de avançar num projeto, de colocar em ação aquilo que antes não passava de imaginação, de enxugar uma lágrima e deixar brotar um sorriso. De olhar o céu e agradecer a sua imensidão e beleza, de sentir o calor do sol e ouvir o canto dos passarinhos como se estivessem misturados em nosso corpo...

Todo o instante é hora de ser feliz. Cada momento é único, e nos faz um convite para o compartilhar da alegria de viver, para o olhar os outros como espelhos de nós mesmos, para a doação de um carinho, para o aprendizado de trilharmos nosso próprio caminho com a certeza de que jamais estamos sozinhos...

Tudo é vida. Vida é amor. É abraçarmos a oportunidade de estarmos neste incrível planeta, e sentirmos a energia fluindo em nosso ser, seguindo o curso que a alma desejar...

Enfim, independente da convencionada contagem de anos, temos como certo o passar do tempo, e o fato de que nossa vida não é vã. A consciência nos ensina a aprender com o passado, e a nos entregar ao agora. Enxergar o quão importante é celebrar cada segundo, observar cada passo, como o presente que é, como o único momento que existe. E o futuro, este não deve nos preocupar: nada mais é do que uma sequência de presentes, uma colheita fértil das sementes plantadas no decorrer desse caminho...
Faço um convite então: vamos desembrulhar, com muito amor, cada presente?  

Autoconhecimento: a chave da saúde

02/02/22. Esse foi o dia do lançamento do meu novo livro "Autoconhecimento: a chave da saúde", uma chave que abre todas as portas ...