2012. Ano Novo. Novo de descobertas, de experiências... Um novo olhar. Mesmas pessoas queridas. FAMÍLIA gostosa que consegue se revelar crescendo a cada dia. Crescendo em amor, em compreensão, em aceitação. Conquistam de mim: AMOR E ADMIRAÇÃO! “AMIGOS DE INFÂNCIA”, aqueles que fazem parte da vida como eternas testemunhas de tudo o que vivi, sejam sorrisos ou lágrimas, sejam verdades ou mentiras. Tudo. O velho COMPANHEIRO, roupagem diferente, ações imprevisíveis, costumes antigos... Amor juvenil e amadurecido ao mesmo tempo. Laço firme e sem nós, entendendo que é o sentimento a razão maior... FILHO. Pequeno grande homem crescendo dia após dia. Aconselhando e ensinando como quem entende os sinais da vida. AMOR. AMOR. AMOR. AMO VOCÊS. Obrigada por existirem. NOVOS AMIGOS queridos. Escola de arte, de vida. Palcos e saltos. Aprendizado. Descobertas e encantamento. Com vocês tenho me redescoberto. Repaginado. Reconhecido. Obrigada amores. NOVA LAIR. Mesma pessoa. Um novo olhar. Prazer em conhecer outras facetas, outras possibilidades, visão de mundo sem vendas, MEU OLHAR. O gosto pela artista, a brincadeira de dizer nas letras o que vem da alma... As viagens de "Lua, a garota sol", Luana, Clarinha, Alice, Luciana, Chiquinha, anônimas, calmas, nervosas, confiantes, ciumentas, pacientes, inquietas, confiáveis, imprevisíveis... Todas Lair. Realismo ficcional ou ficção realista. Tanto faz. O que importa mesmo é o que faz feliz. Maravilhoso fazer novas descobertas em alguém que pensava já conhecer, e a cada dia que convivo mais, percebo que não tenho a noção de quem é. “Caixinha de surpresas”. Gosto de tudo o que vejo, ainda que não compreenda. O céu não é o limite. E há? Admiro essas asas libertas, capazes de voar alto, ainda que caminhe com os pés no chão. Cabeça tonta e tão acesa, num pensar tão ligeiro que nem dá para traduzir... Eu. Vocês. Nós. Risos escancarados, lágrimas emocionadas, alguns sustos decepcionados, presentes inesperados... Braços abertos, dedos grudados, abraços apertados, pés levantados, e uma criatividade fervilhante para fazer viver todo o ser. Grata vida. Grata noite, bem vindo dia. Presentes, presentes, presentes. Pessoas que somos, lindas, indo e vindo. Seguindo. Portas, janelas, coração. Abertos e despertos. Receptivos e ativos. Prontos para viver. Sempre. Obrigada 2012!!!!!
2013. Bem vindo! Ano Novo. E como todos os dias: aventuras e rotinas, mas sem repetições. Sempre novo. Com olhar brilhante, sorriso radiante, coração vibrante. Alma. Sempre vida. Sempre aprendendo. Sempre feliz. E lembrando que sempre não é todo dia.
Visite o site www.laircohim.com
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
A ORIGEM DOS GUARDIÕES
Levamos o pequeno para assistir ao filme “A origem dos guardiões”. Que lindo seria se a estória tivesse apenas o condão de incentivar a fantasia, o sonho, a magia que somente uma alma de criança, com toda a sua pureza, consegue deixar acontecer...
Reconheço que teve pontos positivos, demonstrou o quanto os adultos estão se afastando do “real” sentido do Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Fadinha do Dente, sonhos... Os pais estão muito mais preocupados em terem o dinheiro para a compra dos presentes e dos ovinhos do que em acompanharem o crescimento de seus filhotes. As festas que, antes, simbolizavam a reunião familiar, as brincadeiras em casa, as “estorinhas” – contadas ao pé da cama para fazer os pequenos dormirem – a brincadeira de esconder os dentinhos e colocar a moedinha para encher o porquinho, viraram grandes eventos comerciais – e, para que os pais consigam adquirir todos os produtos, têm que ganhar mais dinheiro, dedicar-se mais e mais aos empregos e menos e menos, ao mais simples: à vida familiar.
Tiro o chapéu para estas dicas, também para o momento em que demonstra que a luz do mundo nasce das crianças, das pessoas, do ambiente de amor e diversão, e que para tudo se tornar realidade, basta acreditar. Mas o autor não conseguiu alcançar a linguagem infantil. O olhar da criança não atentou para todos esses fatos. Isso tudo se destinou aos pais... Para elas ficou o grande pecado do filme: insistir na fracassada ideia de que precisamos de super-heróis. Primeiro, porque leva as crianças a idealizarem uma perfeição que não existe – todos somos perfeitos exatamente porque possuímos uma infinidade de caracteres únicos, considerados “imperfeições”, que nos torna divinamente humanos. Depois, porque para existirem os heróis, é criada a figura do vilão. Aff! Aí foi a catástrofe do filme. No momento em que o mundo passa por uma transformação energética, em que as vibrações de medo são substituídas por vibrações de harmonia e esperança, inventaram de ressuscitar o “bicho papão” – que acaba vencido pelos heróis, mas com uma condição: “somente se as crianças acreditarem nos guardiões para guardá-los do vilão”... essa estória de conseguir fé ao custo do medo é medieval e não cabe mais em nossa história, já chega! Muita coisa fofa no filme, mas as sombras dos pesadelos do bicho papão, que não eram mais estimulados, foram trazidos à tona, em formato amedrontador, como são os filmes de terror para uma gama de adultos. Isso é covarde. Cheguei a uma conclusão: não posso mais permitir a entrada de um filme infantil em meu lar sem que eu o assista, sozinha, antes. Algo está assustando os mega empreendedores para que se utilizem de artifícios assim. Provavelmente está por vir uma onda de positividade a se alastrar no Universo... é “o fim do mundo”. Sem a fé dos “pequenos cristais”, o mercado avassalador do consumismo não tem vez. Então, na forma de luz, começaram a disseminar escuridão. Estou farta. Suporto muita coisa desse mundo louco de adultos burros. Mas não aguento que se utilizem da pureza das crianças para manipulações. É hora de deixarmos as farsas de lado e verificarmos o que de fato a nós importa. E isso é urgente. Sejamos crianças. Agora!
Reconheço que teve pontos positivos, demonstrou o quanto os adultos estão se afastando do “real” sentido do Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Fadinha do Dente, sonhos... Os pais estão muito mais preocupados em terem o dinheiro para a compra dos presentes e dos ovinhos do que em acompanharem o crescimento de seus filhotes. As festas que, antes, simbolizavam a reunião familiar, as brincadeiras em casa, as “estorinhas” – contadas ao pé da cama para fazer os pequenos dormirem – a brincadeira de esconder os dentinhos e colocar a moedinha para encher o porquinho, viraram grandes eventos comerciais – e, para que os pais consigam adquirir todos os produtos, têm que ganhar mais dinheiro, dedicar-se mais e mais aos empregos e menos e menos, ao mais simples: à vida familiar.
Tiro o chapéu para estas dicas, também para o momento em que demonstra que a luz do mundo nasce das crianças, das pessoas, do ambiente de amor e diversão, e que para tudo se tornar realidade, basta acreditar. Mas o autor não conseguiu alcançar a linguagem infantil. O olhar da criança não atentou para todos esses fatos. Isso tudo se destinou aos pais... Para elas ficou o grande pecado do filme: insistir na fracassada ideia de que precisamos de super-heróis. Primeiro, porque leva as crianças a idealizarem uma perfeição que não existe – todos somos perfeitos exatamente porque possuímos uma infinidade de caracteres únicos, considerados “imperfeições”, que nos torna divinamente humanos. Depois, porque para existirem os heróis, é criada a figura do vilão. Aff! Aí foi a catástrofe do filme. No momento em que o mundo passa por uma transformação energética, em que as vibrações de medo são substituídas por vibrações de harmonia e esperança, inventaram de ressuscitar o “bicho papão” – que acaba vencido pelos heróis, mas com uma condição: “somente se as crianças acreditarem nos guardiões para guardá-los do vilão”... essa estória de conseguir fé ao custo do medo é medieval e não cabe mais em nossa história, já chega! Muita coisa fofa no filme, mas as sombras dos pesadelos do bicho papão, que não eram mais estimulados, foram trazidos à tona, em formato amedrontador, como são os filmes de terror para uma gama de adultos. Isso é covarde. Cheguei a uma conclusão: não posso mais permitir a entrada de um filme infantil em meu lar sem que eu o assista, sozinha, antes. Algo está assustando os mega empreendedores para que se utilizem de artifícios assim. Provavelmente está por vir uma onda de positividade a se alastrar no Universo... é “o fim do mundo”. Sem a fé dos “pequenos cristais”, o mercado avassalador do consumismo não tem vez. Então, na forma de luz, começaram a disseminar escuridão. Estou farta. Suporto muita coisa desse mundo louco de adultos burros. Mas não aguento que se utilizem da pureza das crianças para manipulações. É hora de deixarmos as farsas de lado e verificarmos o que de fato a nós importa. E isso é urgente. Sejamos crianças. Agora!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
FIM DO MUNDO
E como tudo o que é redondo, o mundo fecha mais um ciclo... é a conclusão de mais uma etapa, linha de chegada numa jornada e reinício de outra. A vida não pára. O fato de que somos energia se revela e projeta cada vez mais. As civilizações da antiguidade já voavam e conheciam a alma humana como ninguém, mas a história nos mostra que a Idade Média veio em seguida... Agora estamos retornando à luz. Uma era de trevas se mostrou como que algo necessário para o homem ter vontade de acender a chama novamente. Isso é o fim do mundo. É o fim de um ciclo de corrida para o enriquecimento material a qualquer custo, esquecendo quem somos; é a tecnologia, antes uma mera devastadora das riquezas naturais, e agora um elo, uma ponte, demonstrando o quão interligados somos...
Os maias já vislumbravam tudo isso. Quem está conectado com o Todo enxerga além das demarcações de tempo e espaço. Entende a vida como uma fonte de luz, um feixe de energia, uma ponte para si mesma. E, por viverem em perspectiva, deixaram-nos um sinal em profecias. Como tudo o que nos foi deixado pela sabedoria dos povos antigos, as profecias também ficaram sob a guarda da Igreja, a rainha da “Idade das Trevas” – quem inutilizou os escritos que nos indicavam os caminhos, deturpou outros, e escondeu tantos quantos se fizeram necessários para manter o seu poderio com a roupagem de única representante do divino na terra e conhecedora dos destinos da humanidade. Eis porque tanta fantasia e terror criadas em cima das revelações proféticas, porque o medo sempre foi a maior arma de controle e manipulação já criada.
Assim, o que se chama de “Fim do Mundo” não é, necessariamente a destruição do planeta ou dos povos que nele habitam, mas o final de uma etapa de vida. Vibrações de medo transmudam para vibrações de harmonia e esperança. As pessoas buscam a paz, o amor, a saúde, o crescimento espiritual, como única saída para um mundo que conheceu o ápice do desenvolvimento tecnológico-científico e já entendeu que de nada vale o TER se não houver PAZ no coração. É a conscientização natural, demonstrando que o mais importante já nos pertence, é parte integrante do indivíduo, é o que somos enquanto espírito, enquanto energia, enquanto fonte de luz. Hoje, os nossos desejos se materializam instantaneamente. Tempo é relativo sem a necessidade de Einstein fazer demonstrações neste sentido. A vida já revela naturalmente.
Esse é o momento. CONSCIÊNCIA é a palavra. FIM DO MUNDO é a boa nova. Sem medos, sem ameaças, estamos prontos para transmudar, para transpor mais uma etapa. Parabéns a todos nós por estarmos aqui, no planeta, experienciando mais uma fase. Parabéns a vida, à colcha de retalhos da qual somos peça integrante. E vamos encarar cada dia como o último, para que nada fique para amanhã, para que a felicidade não seja uma promessa, e sim uma realidade.
Os maias já vislumbravam tudo isso. Quem está conectado com o Todo enxerga além das demarcações de tempo e espaço. Entende a vida como uma fonte de luz, um feixe de energia, uma ponte para si mesma. E, por viverem em perspectiva, deixaram-nos um sinal em profecias. Como tudo o que nos foi deixado pela sabedoria dos povos antigos, as profecias também ficaram sob a guarda da Igreja, a rainha da “Idade das Trevas” – quem inutilizou os escritos que nos indicavam os caminhos, deturpou outros, e escondeu tantos quantos se fizeram necessários para manter o seu poderio com a roupagem de única representante do divino na terra e conhecedora dos destinos da humanidade. Eis porque tanta fantasia e terror criadas em cima das revelações proféticas, porque o medo sempre foi a maior arma de controle e manipulação já criada.
Assim, o que se chama de “Fim do Mundo” não é, necessariamente a destruição do planeta ou dos povos que nele habitam, mas o final de uma etapa de vida. Vibrações de medo transmudam para vibrações de harmonia e esperança. As pessoas buscam a paz, o amor, a saúde, o crescimento espiritual, como única saída para um mundo que conheceu o ápice do desenvolvimento tecnológico-científico e já entendeu que de nada vale o TER se não houver PAZ no coração. É a conscientização natural, demonstrando que o mais importante já nos pertence, é parte integrante do indivíduo, é o que somos enquanto espírito, enquanto energia, enquanto fonte de luz. Hoje, os nossos desejos se materializam instantaneamente. Tempo é relativo sem a necessidade de Einstein fazer demonstrações neste sentido. A vida já revela naturalmente.
Esse é o momento. CONSCIÊNCIA é a palavra. FIM DO MUNDO é a boa nova. Sem medos, sem ameaças, estamos prontos para transmudar, para transpor mais uma etapa. Parabéns a todos nós por estarmos aqui, no planeta, experienciando mais uma fase. Parabéns a vida, à colcha de retalhos da qual somos peça integrante. E vamos encarar cada dia como o último, para que nada fique para amanhã, para que a felicidade não seja uma promessa, e sim uma realidade.
Assinar:
Comentários (Atom)
Autoconhecimento: a chave da saúde
02/02/22. Esse foi o dia do lançamento do meu novo livro "Autoconhecimento: a chave da saúde", uma chave que abre todas as portas ...
-
Vejam só... encontrei uma publicação minha de 21 de janeiro de 2010 que, mais de sete anos após, ainda se encontra super atual e importante...
-
Hoje entendi o que significa, para mim, o dito popular de que todos na vida devem “ter um filho, escrever um livro e plantar uma árvore”... ...
-
Olá meu amores! Recebi uma mensagem de vídeo e áudio de um amigo, no whatsapp, que me trouxe imediatamente aqui para compartilhar com voc...