Puxa... o medo é um troço estranho... geralmente adoramos as coisas que temíamos antes de conhecer ou experimentar, não é?
As crianças têm mais facilidade em aprender as coisas porque são destemidas - pelo menos até o adulto interferir... É verdade que o medo é necessário para a auto-preservação,senão a vontade de voar não seria impedida pela altura do edifício... Mas até que ponto viveremos de fato, se insistirmos em ficar escondidos atrás de tantos medos?
Para mim, o querer se conhecer, a vontade de enxergar os reais desejos, os reais sentimentos, nos conduzem a nós mesmos. E muita coisa se revela. Ainda que não seja dito, ou mesmo demonstrado, mas a consciência já é libertadora. Diante das decobertas, é muito, muito importante assumirmos para nós mesmos e, quando for o momento, expormos para o mundo. Não importa o tamanho desse "mundo", nem o tamanho da descoberta, mas o tamanho da vontade de celebrar a libertação. Cada um sabe a hora - mas aja com verdade - não adie, ultrapasse o medo, lance para fora o que estava escondido.
SER livre é uma questão de alma, é a sensação de paz, de amor pela vida, e a cada pedaço vislumbrado, a cada esconderijo arejado, o interior fica tão grato, tão limpo... isso é liberdade. E a gente não deixa de viver, ao contrário, se mistura com tudo, literalmente. E cada pessoinha é tão única, tão fôfa, tão especial...
Quanto mais eu vivo, quanto mais experiencio e descubro coisas antes inexploradas em mim, mais encantada fico com tudo. Tenho hoje a certeza de que vejo a beleza, não ligo para rótulos e me contradigo o tempo todo porque sou viva. Assusta ainda quando sou alertada para maldades que não enxergo... as pessoas são realmente muito criativas. Acredito na pureza, a verdade existe; apenas não é única, sempre dependerá do ângulo de visão de quem a defende.
Nem sei porque estou dizendo tanta coisa agora... a verdade é que estou sentindo bastante... a intensidade de meus momentos me causa isso... são desabafos contemplativos. Ou constatações de sentimentos?
Serão diversas as formas de dizer a mesma coisa, a depender de quem diga, a depender do momento, a depender... Viu? Não há certeza alguma. Não há regra para nada. Ou há regras demais para tudo. Que abuso...
Sinta, inspire, curta, partilhe, ame, faça, viva você. Se reinvente quando quiser. A tela está em branco todos os dias. Pinte cada momento como desejar. Sem rótulos, sem regras, cuidando apenas de respeitar quem você é agora.
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sábado, 7 de julho de 2012
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