Hoje a conversa foi sobre morte. Por que nos acostumaram a colocar tanto peso e tanto tabu em torno desse tema?
Se uma pessoa está sofrendo, tendo uma sobrevida, por que tanta dor quando da sua partida? Por que insistimos em possuir as pessoas? Não seria egoísmo insistir em tê-las para nós ainda que estar preso ao corpo físico significasse sofrimento para elas?
Pois é. São questões para refletir. Não fomos ensinados a celebrar a morte, mas a temê-la e a sofrer com a partida dos entes queridos ainda que a partida seja um descanso, um alívio para eles.
Um grande sábio explicou que a finalidade do Universo é manter-nos plenos. Se não estivermos plenos, a vida estará sempre buscando um jeito de nos fazer ingressar em tal estado. Quando o problema afeta o corpo físico, se este se encontrar debilitado demais para manter o indivíduo em seu melhor, então o Universo providencia a libertação da pessoa, a sua separação do corpo físico, e em seu corpo energético ela poderá continuar em sua caminhada de forma mais íntegra, de modo a poder seguir os próximos passos de sua jornada. Além do fato de que a morte não existe realmente. Já é algo provado cientificamente, o corpo físico morre, mas a energia que o abastecia continua viva e apta a ingressar em novo corpo e ter uma nova experiência. A vida é feita de vidas.
Somos acostumados a nos apegar a cada conquista, a cada momento aqui no Planeta, como se fosse nosso, como se fosse inerente a nosso ser. Mas não é bem assim. A coisa funciona, para cada um de nós, como se fôssemos viajantes, e cada estação, cada companheiro de viagem, cada experiência vivida, é incrível para o aprendizado, para o nosso crescimento, para o entendimento, para amarmos mais, para compartilharmos mais, para nos abrirmos mais ao novo, às mudanças... Mas no final das contas, estaremos em nossa própria jornada, individual.Tanto é assim que, estejamos rodeados de pessoas ou estejamos sozinhos, o que pensamos e o que sentimos é nossa responsabilidade e somente nós temos ingerência sobre isso.
É fato que, por mais difícil a situação, o maior desejo é a vida. Então, choremos pelo susto, porque às vezes não entendemos como é que alguém morre tão de repente ou com tão pouca idade. Choremos pela ausência, porque nos acostumamos com as pessoas com as quais convivemos. Choremos pela saudade, porque gostamos de conviver com aqueles que amamos. Mas vamos exercitar celebrar a morte como o próximo passo para aquele que se foi. Como uma nova oportunidade de realizar o que com o corpo físico não era mais possível para ele. Como parte da inteligência divina.
Vamos nos treinar a deixar ir. A ter a consciência de que a energia do amor que nos une permanece. Ter a certeza de que as coisas são como são, e à nós cabe buscar levantar e seguir. Um outro sábio disse "crie limo mas não se apegue". Parece algo impossível, mas eu acredito que, com treino, somos capazes de realizar em nós essa mágica de mergulhar profundamente nos sentimentos e, ao mesmo tempo, saber que tudo passa, inclusive esse papel que estamos representando aqui, agora, nessa experiência chamada vida.
Se uma pessoa está sofrendo, tendo uma sobrevida, por que tanta dor quando da sua partida? Por que insistimos em possuir as pessoas? Não seria egoísmo insistir em tê-las para nós ainda que estar preso ao corpo físico significasse sofrimento para elas?
Pois é. São questões para refletir. Não fomos ensinados a celebrar a morte, mas a temê-la e a sofrer com a partida dos entes queridos ainda que a partida seja um descanso, um alívio para eles.
Um grande sábio explicou que a finalidade do Universo é manter-nos plenos. Se não estivermos plenos, a vida estará sempre buscando um jeito de nos fazer ingressar em tal estado. Quando o problema afeta o corpo físico, se este se encontrar debilitado demais para manter o indivíduo em seu melhor, então o Universo providencia a libertação da pessoa, a sua separação do corpo físico, e em seu corpo energético ela poderá continuar em sua caminhada de forma mais íntegra, de modo a poder seguir os próximos passos de sua jornada. Além do fato de que a morte não existe realmente. Já é algo provado cientificamente, o corpo físico morre, mas a energia que o abastecia continua viva e apta a ingressar em novo corpo e ter uma nova experiência. A vida é feita de vidas.
Somos acostumados a nos apegar a cada conquista, a cada momento aqui no Planeta, como se fosse nosso, como se fosse inerente a nosso ser. Mas não é bem assim. A coisa funciona, para cada um de nós, como se fôssemos viajantes, e cada estação, cada companheiro de viagem, cada experiência vivida, é incrível para o aprendizado, para o nosso crescimento, para o entendimento, para amarmos mais, para compartilharmos mais, para nos abrirmos mais ao novo, às mudanças... Mas no final das contas, estaremos em nossa própria jornada, individual.Tanto é assim que, estejamos rodeados de pessoas ou estejamos sozinhos, o que pensamos e o que sentimos é nossa responsabilidade e somente nós temos ingerência sobre isso.
É fato que, por mais difícil a situação, o maior desejo é a vida. Então, choremos pelo susto, porque às vezes não entendemos como é que alguém morre tão de repente ou com tão pouca idade. Choremos pela ausência, porque nos acostumamos com as pessoas com as quais convivemos. Choremos pela saudade, porque gostamos de conviver com aqueles que amamos. Mas vamos exercitar celebrar a morte como o próximo passo para aquele que se foi. Como uma nova oportunidade de realizar o que com o corpo físico não era mais possível para ele. Como parte da inteligência divina.
Vamos nos treinar a deixar ir. A ter a consciência de que a energia do amor que nos une permanece. Ter a certeza de que as coisas são como são, e à nós cabe buscar levantar e seguir. Um outro sábio disse "crie limo mas não se apegue". Parece algo impossível, mas eu acredito que, com treino, somos capazes de realizar em nós essa mágica de mergulhar profundamente nos sentimentos e, ao mesmo tempo, saber que tudo passa, inclusive esse papel que estamos representando aqui, agora, nessa experiência chamada vida.