Parece tão óbvio agora que preciso te dizer... dizer que não há lugar para ir. Olhamos para o céu, olhamos aquela estrela e imaginamos: "minha casa".
A história no Planeta é passageira, isto é fato. Não discordamos que vivemos como visitantes na mãe Terra. Sabemos da importância de estarmos presentes em cada momento, de sermos intensos e sentirmos cada experiência como se fosse a única, como se estivéssemos com vida apenas se pudermos sentir e presenciar cada segundo de nossa existência. Até ao dormir sabemos: a matéria descansa, mas a alma viaja para mais uma aventura...
É. Sabemos da concretude de toda a abstração que nossa imaginação pode criar. Sabemos que, por mais que investiguemos, nunca estará esgotado assunto algum, pois os mistérios da vida são infinitamente intermináveis...
A atitude mais acertada para nós que expressamos em palavras nossas vivências, é iniciar o texto com reticências e finalizá-lo com dois pontos. Tal qual Clarice em Aprendizado, uma oportunidade que teve ela de indicar a imprecisão necessária para compartilharmos o que quer que seja, pois que as verdades não podem realmente ser escritas, já que verdades são grãos de areia soprados ao vento...
Eis que o acaso não existe. Não existem coincidências e são as sincronicidades que permitem essa perfeição harmoniosa a nos ligar a todos e ao Todo. Por isso estou aqui e agora. Estamos juntos nessa jornada. Estaremos sempre conectados. O meu fio tem um elo com o seu. E o nosso está ligado em cadeia, a cada ser, a cada unidade cósmica que compõe a colcha de retalhos luminosos do Universo.
Eu sequer sabia o que iria dizer... Não sabíamos por onde começar, mas ao tocar o teclado estávamos aqui, juntos, traçando linhas e letras, compondo a canção do compartilhar...
Minha música e sua música são tocadas juntas, com teclas e linhas imaginárias, ao som do silêncio, e ao barulho do vento ao longe, lá nas montanhas invisíveis do horizonte marítimo.
Sinto como se Saint Germain estivesse se manifestando aqui e agora. Tem a cara dele essa gaiatice de me fazer ser eu e, ao mesmo tempo, todos nós. A primeira pessoa do singular se mistura à primeira pessoa do plural, mas não há incorporação alguma, há a nossa amiga sintonia, há a harmonia, o elo da energia cósmica que me abastece e a energia cristal que nos enriquece da força e luz da vida universal...
Não há porque esperar retorno para casa. Não há porque esperar a visita de algum irmão de outra galáxia ou dimensão interestelar. Já estamos todos aqui. Já estamos em casa. E não é do Planeta que falamos. Não é de encarnação ou de vidas passadas, presentes ou futuras. Estamos falando da razão de tudo, do motivo pelo qual existe a vida, do porque nos encontramos todos reunidos na experiência terrena, seja habitando um corpo 3D, vivente no "mundo Terra", seja vivenciando a dimensão espiritual, seja guardando e velando por todos nós, da quarta, quinta, sexta ou qualquer outra dimensão trans-sensorial, há uma razão maior para tudo: o retorno.
O retorno não é físico, não direciona um local, um lugar para onde ir, mas uma presença. É um mergulhar em si, o parar com o barulho mental e o sentir a presença de alguém, de uma força inimaginável, um poder de simplesmente ser, uma força que brota de dentro e se espalha e se expande e se mistura, como se a gente crescesse, expandisse e pudesse comportar o mundo inteiro dentro de si. E esse "mundo" é infinito, é glamouroso, grandioso, infinito, e cabe num grão de areia.
É isso. É para onde vamos. Para lugar algum. Já estamos em casa. Precisamos apenas ter a consciência disso. Amor. Esse é o caminho. É o que mais gosto nessa menina. Ela fala minha língua. Nós. A linguagem do amor. Venha, mergulhe, sinta. E voltemos para casa. Boa viagem.
A história no Planeta é passageira, isto é fato. Não discordamos que vivemos como visitantes na mãe Terra. Sabemos da importância de estarmos presentes em cada momento, de sermos intensos e sentirmos cada experiência como se fosse a única, como se estivéssemos com vida apenas se pudermos sentir e presenciar cada segundo de nossa existência. Até ao dormir sabemos: a matéria descansa, mas a alma viaja para mais uma aventura...
É. Sabemos da concretude de toda a abstração que nossa imaginação pode criar. Sabemos que, por mais que investiguemos, nunca estará esgotado assunto algum, pois os mistérios da vida são infinitamente intermináveis...
A atitude mais acertada para nós que expressamos em palavras nossas vivências, é iniciar o texto com reticências e finalizá-lo com dois pontos. Tal qual Clarice em Aprendizado, uma oportunidade que teve ela de indicar a imprecisão necessária para compartilharmos o que quer que seja, pois que as verdades não podem realmente ser escritas, já que verdades são grãos de areia soprados ao vento...
Eis que o acaso não existe. Não existem coincidências e são as sincronicidades que permitem essa perfeição harmoniosa a nos ligar a todos e ao Todo. Por isso estou aqui e agora. Estamos juntos nessa jornada. Estaremos sempre conectados. O meu fio tem um elo com o seu. E o nosso está ligado em cadeia, a cada ser, a cada unidade cósmica que compõe a colcha de retalhos luminosos do Universo.
Eu sequer sabia o que iria dizer... Não sabíamos por onde começar, mas ao tocar o teclado estávamos aqui, juntos, traçando linhas e letras, compondo a canção do compartilhar...
Minha música e sua música são tocadas juntas, com teclas e linhas imaginárias, ao som do silêncio, e ao barulho do vento ao longe, lá nas montanhas invisíveis do horizonte marítimo.
Sinto como se Saint Germain estivesse se manifestando aqui e agora. Tem a cara dele essa gaiatice de me fazer ser eu e, ao mesmo tempo, todos nós. A primeira pessoa do singular se mistura à primeira pessoa do plural, mas não há incorporação alguma, há a nossa amiga sintonia, há a harmonia, o elo da energia cósmica que me abastece e a energia cristal que nos enriquece da força e luz da vida universal...
Não há porque esperar retorno para casa. Não há porque esperar a visita de algum irmão de outra galáxia ou dimensão interestelar. Já estamos todos aqui. Já estamos em casa. E não é do Planeta que falamos. Não é de encarnação ou de vidas passadas, presentes ou futuras. Estamos falando da razão de tudo, do motivo pelo qual existe a vida, do porque nos encontramos todos reunidos na experiência terrena, seja habitando um corpo 3D, vivente no "mundo Terra", seja vivenciando a dimensão espiritual, seja guardando e velando por todos nós, da quarta, quinta, sexta ou qualquer outra dimensão trans-sensorial, há uma razão maior para tudo: o retorno.
O retorno não é físico, não direciona um local, um lugar para onde ir, mas uma presença. É um mergulhar em si, o parar com o barulho mental e o sentir a presença de alguém, de uma força inimaginável, um poder de simplesmente ser, uma força que brota de dentro e se espalha e se expande e se mistura, como se a gente crescesse, expandisse e pudesse comportar o mundo inteiro dentro de si. E esse "mundo" é infinito, é glamouroso, grandioso, infinito, e cabe num grão de areia.
É isso. É para onde vamos. Para lugar algum. Já estamos em casa. Precisamos apenas ter a consciência disso. Amor. Esse é o caminho. É o que mais gosto nessa menina. Ela fala minha língua. Nós. A linguagem do amor. Venha, mergulhe, sinta. E voltemos para casa. Boa viagem.