sexta-feira, 7 de setembro de 2012

"MERITOCRACIA"

É... "MERITOCRACIA". Seria o mesmo que difundir a máxima: "À César o que é de César". Mas, não costumamos ver isso na prática, o mais comum é adotar-se o conhecido "QI - Quem Indica" e priorizar quem dá mais "audiência". Exigir "cumprimento de horário" e não se importar com qualidade, aptidão e produção. Premiar por estar em alta na mídia ao invés de prestigiar o indivíduo pelo respectivo talento.
SETE DE SETEMBRO. Dia de que mesmo? Será que a TV mais assistida tocou no assunto? Independência... Brasil de cores, Brasil de culturas, Brasil de riquezas. Brasil de Pessoas. Enquanto o olhar não tiver foco no indivíduo, nunca haverá a independência real. Melhor mesmo é não esperarmos pelo olhar do outro, comecemos a olhar para nós mesmos, e adotar a postura de "SE RESPEITAR NA SUA FORÇA E FÉ E SE OLHAR BEM FUNDO ATÉ O DEDÃO DO PÉ". É o começo. O resto... é consequência. Não é?

domingo, 2 de setembro de 2012

ANALFABETISMO FUNCIONAL

Assisti a um vídeo da entrevista de uma educadora que falava a respeito de “ANALFABETISMO FUNCIONAL”, ou seja, sobre o fato de que alfabetizar não se resume a conhecer as letras e formar frases ou saber fazer cálculos matemáticos, mas saber ler a vida, o mundo ao redor. E não é que é verdade mesmo?
A preocupação hoje é em alfabetizar em larga escala jovens e adultos, em proporcionar cotas para inclusão de estudantes no cerne das universidades do país, em modificar o português, mas o que não vemos é um verdadeiro entendimento do que seja compreender o mundo ao redor. De que adianta saber ler um texto, mas não assimilar o sentido dele, ou sequer aproveitar algo para a sua vida, para o seu crescimento pessoal? De que vale a literatura se não há uma interação, uma troca, uma curiosidade em se inteirar do conteúdo lido, um aprendizado... A teoria é muito importante, os versos, os tratados, as normatizações, os códigos linguísticos, mas de que valem se não há a prática? Os códigos linguísticos existem tão somente para facilitar a comunicação, mas se não há a aproximação das pessoas, de que vale a linguagem?
A alfabetização deve ser funcional, prática, efetiva. Interpretação textual é importante para o aprendizado na vivência. Mas é deixar-se envolver com a situação, com o momento vivido, o sentir, o absorver, o assimilar, a entrega, que é imprescindível para a interpretação do contexto vivido, ainda que as palavras não tenham sido literalmente expressadas. E ainda digo mais: há muitos eruditos analfabetos funcionais. Leitura e escrita são apenas canais, pontes – se nós não as atravessarmos para um viver prático, para uma sinergia, não haverá sentido algum nisso.

Autoconhecimento: a chave da saúde

02/02/22. Esse foi o dia do lançamento do meu novo livro "Autoconhecimento: a chave da saúde", uma chave que abre todas as portas ...